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sexta-feira, 28 de março de 2014

Este mês podes ouvir...

Os Clã formaram-se em Novembro de 1992 pela mão de Hélder Gonçalves (baixo piccolo e voz) que convoca, para dar corpo ao seu projeto, Miguel Ferreira (teclados e voz), Pedro Biscaia (teclados), Pedro Rito (baixo), Fernando Gonçalves (bateria) e Manuela Azevedo (voz). Passaram o ano seguinte a ensaiar e a preparar canções.
Em 1994 começaram com as apresentações ao vivo e em 1995 assinaram um contrato discográfico com a EMI-Valentim de Carvalho iniciando nesse mesmo ano as gravações do seu disco de estreia.
O álbum de estreia, "LusoQUALQUERcoisa", é editado no dia 14 de Fevereiro de 1996, contando o alinhamento deste primeiro trabalho com 13 canções originais e ainda versões de "Give Peace a Chance" de John Lennon e de "Donna Lee" de Charlie Parker. São extraídos desse álbum os singles "Pois É" e "Novas Babilónias".
Em Abril de 1997 realizam no auditório da Antena 3 um espetáculo constituído por "versões acústicas" das canções do CD "LusoQUALQUERcoisa". Neste concerto contam com a participação da cantora Maria João na interpretação de uma versão do tema "Pois É".
O segundo álbum, "Kazoo", é gravado rapidamente em três semanas durante 1997 e editado a 15 de Setembro desse ano. De novo com a produção de Mário Barreiros e Carlos Tê (desta vez responsável por todas as letras), este trabalho apresenta doze novas canções e uma versão de "I'm Free" de Mick Jagger e Keith Richards. Deste álbum foram escolhidos os singles "GTI (Gentle, Tall & Intelligent)", "Problema de Expressão" e "Sem Freio". Com "Kazoo", os Clã iniciam uma digressão de mais de dois anos, com mais de 100 espetáculos em Portugal, com direito de passagem por Macau e Brasil.
O projeto "Afinidades", espetáculo encomendado pela Expo'98 e que conta com a participação de Sérgio Godinho, estreia em Setembro de 1998. Em Janeiro de 1999 é apresentado no Porto, em três noites esgotadas no teatro Rivoli.
Em 1999 participam no disco de homenagem aos Xutos & Pontapés - "XX Anos XX Bandas", com a versão do tema "Conta-me Histórias", escolhido como primeiro single desta coletânea.
"Lustro" é editado no dia 22 de Maio de 2000. Este trabalho traz como novidade a colaboração de letristas como Sérgio Godinho, Manel Cruz (dos Ornatos Violeta) e do brasileiro Arnaldo Antunes bem como a continuação de Carlos Tê na maioria das letras. "Dançar na Corda Bamba", o primeiro single extraído deste disco, é um grande sucesso deste disco. Se "Kazoo" havia confirmado a promessa "Lustro" garantiu o reconhecimento da banda por parte da crítica e do público. Em Setembro do mesmo ano "O Sopro do Coração" é escolhido como segundo single do álbum.
Participam em "Ar de Rock - 20 anos depois", disco de homenagem a Rui Veloso e ao disco "Ar de Rock", com uma recriação do tema "Bairro do Oriente".
No dia 4 de Dezembro os Clã dão o seu primeiro concerto, em nome próprio, na Aula Magna que conta com a participação especial de Manuel Cruz, Nuno Rafael, Maria João & Mário Laginha e Adolfo Luxúria Canibal (dos Mão Morta).
Em Dezembro, "Lustro" alcança o galardão de Disco de Ouro. "H2Omem", com letra de Arnaldo Antunes, é lançado como terceiro single.
Participam em Março de 2001 nos espetáculos "Come Together" de homenagem aos Beatles. "A Hard Days Night, "Lucy in the Sky With Diamonds" e "Everybody's Got Something to Hide" são os temas interpretados pelos Clã.
No dia 13 de Maio do mesmo ano deslocam-se a Cannes para participar no espetáculo que decorreu após a projeção oficial do filme "Vou para Casa" de Manoel de Oliveira.
O grupo participa na edição de 2001 do Festival de Vilar de Mouros.
No dia 30 de Outubro é estreado no Teatro Rivoli, por ocasião do Porto 2001, o filme-concerto "Nosferatu" com banda sonora do grupo.
Em Dezembro de 2001 é editado o álbum "Afinidades" gravado nos concertos de 1999 no Teatro Rivoli. O disco atinge rapidamente o galardão de disco de ouro.
O álbum "Lustro" é editado em França a 22 de Janeiro de 2002, seguido de uma apresentação da banda na Sala "Le Divan du Monde", em Paris, a convite da Associação Cap Magellan. A 27 de Junho, os Clã apresentaram-se em Bordéus, inseridos na programação do Festival "Bordeaux Fête Le Vin" e no dia seguinte, na Sala Razzmatazz, em Barcelona.
Já em 2003, mais precisamente a 27 de Fevereiro, o grupo apresentou em Lisboa, no Fórum Lisboa, o filme-concerto "Música Para Nosferatu", perante uma sala esgotada!
Participam entretanto no disco "Irmão do Meio" de Sérgio Godinho, editado em Abril, com uma nova versão de "Dancemos No Mundo".
O disco "Rosa Carne" foi editado em 3 de Maio de 2004. O primeiro single é o tema "Competência Para Amar" com letra de Carlos Tê. As músicas do disco são de Hélder Gonçalves que coproduziu o disco com Mário Barreiros e ainda assina a letra de "Pas de Deux". As outras letras são de Carlos Tê, Sérgio Godinho, Arnaldo Antunes, Adolfo Luxúria Canibal, Regina Guimarães e John Ulhoa (elemento da banda brasileira Pato Fu).
No dia 26 de Novembro o grupo apresenta o disco "Rosa Carne" no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, com a participação de Arnaldo Antunes e Paulo Furtado.
O CD-duplo "Vivo" é editado em Outubro de 2005. O disco inclui gravações efetuadas nos concertos da Aula Magna (em 4 de Dezembro de 2000), Hard Club (28 de Fevereiro e 1 de Março de 2001), Queima das Fitas do Porto (6 de Abril de 2001) e Centro Cultural Olga Cadaval (26 de Novembro de 2004). Foi lançada ainda uma edição limitada com DVD bónus com filmagens retiradas da videoteca "particular" do grupo.
O primeiro DVD do grupo intitulado "Gordo Segredo", editado em Outubro, inclui a gravação do concerto realizado no Grande Auditório do Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.
Em 2006 é editado o livro "Curioso Clã" com as letras do grupo e texto do jornalista Nuno Galopim. Neste ano o grupo atua em França, Brasil, Espanha e Macau. O grupo faz uma versão do tema "Tortura de Amor" do brasileiro Waldick Soriano para a compilação "Eu Não Sou Cachorro Mesmo". Ainda em 2006 foi publicado pela Objecto Cardíaco o livro «As Letras como Poesia» de Vitorino Almeida Ventura, que versa sobre as letras de Carlos Tê para os primeiros três álbuns dos Clã, reeditado em 2009 pela Afrontamento.
O grupo regressa em 2007 com o álbum "Cintura", com edição a 1 de Outubro. O primeiro single é "Tira a Teima" com a colaboração de Paulo Furtado.
Dois anos após o lançamento de "Cintura", e depois da digressão nacional, a banda apostou na internacionalização. Estiveram presentes no festival South by Southwest, no Texas. Também em 2009, o "Cintura" foi lançado em Espanha com uma adaptação da música "Sexto Andar" para espanhol: "Sexto Piso". Nesse mesmo ano, o jornal espanhol El Mundo escreveu: "'Cintura' es un álbum luminoso, alegre, transmisor de buenas sensaciones desde los primeros acordes. Será el más declaradamente pop de un grupo que ya ha experimentado demasiadas sonoridades como para que sea encasillado en un estilo."(...) 1 Realizaram também em Espanha vários espetáculos. No final do ano, deram ainda 3 concertos em São Paulo, no SESC Pompeia, com convidados especiais: Zeca Baleiro, Arnaldo Antunes e Fernanda Takai e John Ulhoa (dos Pato Fu). Estes espetáculos surgiram na sequência da edição da coletânea "Catalogue Raisonné", lançada no Brasil a 16 de Junho de 2009.
Os Clã voltam aos discos e aos concertos com um projeto dedicado aos mais novos: Disco Voador.

O Disco Voador foi considerado o 2.º melhor álbum nacional do ano pela revista Blitz.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Este mês podes ouvir...

Céline Marie Claudette Dion (Charlemagne, 30 de março de 1968) é uma cantora, compositora e empresária canadiana. Nascida numa família numerosa de Charlemagne, Quebec, Dion surgiu como uma estrela teen no mundo francófono na década de 80, depois de que o seu empresário e futuro marido, René Angélil, hipotecou a sua própria casa para financiar o seu primeiro disco. Em 1990, ela lançou o álbum em Inglês Unison, estabelecendo-se como uma grande artista pop na América do Norte e outras áreas de língua inglesa no mundo.
Dion ganhou reconhecimento internacional pela primeira vez em 1980, ao ganhar o Mundial 1982 Yamaha Popular Song Festival, e no Festival Eurovisão da Canção 1988. Após uma série de álbuns franceses no início dos anos 1980, ela assinou com a CBS Records em 1986. Durante a década de 1990, alcançou enorme fama mundial depois de assinar com a Epic Records e lançar vários álbuns em língua inglesa, e dando sequência aos álbuns franceses, tornou-se uma das artistas mais bem-sucedidas da história da música pop. No entanto, em 1999, no auge de seu sucesso, Dion anunciou um hiato de entretenimento, a fim de começar uma família e passar mais tempo com o seu marido, a quem tinha sido diagnosticado com um cancro. Ela voltou ao topo da música pop em 2002 e assinou um contrato de três anos (mais tarde alargado a quase cinco anos, devido enorme sucesso) para se apresentar todas as noites no seu próprio Coliseu no Colosseum do Caesars Palace, em Las Vegas. Celine Dion é a artista mais premiada de todos os tempos, segundo o Guinness World Records, e a sua lista de prémios inclui um total de mais de 1.100 prémios conquistados na sua carreira.
A música de Celine foi influenciada por géneros que vão do pop, rock, R&B ao gospel e música clássica. Possui álbuns de vendagens jamais vistas até então por uma cantora canadiana. Ela é conhecida por sua voz extremamente poderosa e tecnicamente perfeita. Céline é a única artista feminina a ter dois singles que já venderam mais de três milhões de cópias no Reino Unido. Além disso, ela é autora de D'eux, o álbum em francês mais vendido de todos os tempos. Em 2004, após ultrapassar 185 milhões em vendas de álbuns em todo o mundo, ela foi presenteada com o Diamond Award no World Music Awards sendo considerada pela cerimónia a maior artista feminina de todos os tempos. De acordo com a Sony Music Entertainment, Céline Dion já vendeu mais de 220 milhões de álbuns em todo o mundo, sendo a artista feminina que mais vendeu discos em toda a história da música e também uma das artistas que mais vendeu discos em todos os tempos.

Céline Dion, a mais jovem de catorze filhos de Adhemar Dion e Therèse Thanguay (que deu a Céline este nome em homenagem a uma canção que escutava enquanto estava grávida), cresceu numa casa pobre, mas segundo ela, feliz, na pequena localidade de Charlemagne. Começou a apreciar música cantando com suas irmãs mais velhas quando tinha apenas cinco anos de idade em pequeno bar pertencente a seus pais. Numa entrevista de 1992 concedida à revista People, ela disse: "Eu sentia falta da minha família e do meu lar, mas não me arrependo de ter perdido a minha adolescência. Eu tinha apenas um sonho: ser uma cantora reconhecida."

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

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Roberto Carlos Braga (Cachoeiro de Itapemirim, 19 de abril de 1941) é um cantor e compositor brasileiro. Um dos primeiros ídolos jovens da cultura brasileira, ele foi um dos pioneiros no Brasil do movimento rock'n'roll surgido nos Estados Unidos ao longo da década de 1950.
Embora tivesse iniciado a carreira sob influência da Bossa Nova, no início da década de 1960, Roberto mudou o seu repertório para o rock. Com composições próprias, geralmente feitas em parceria com o amigo Erasmo Carlos, e versões de sucessos do então recente género musical, fundando as bases para o primeiro movimento de rock feito no Brasil. Com a fama, estreou-se ao lado de Erasmo Carlos e Wanderléa num programa na TV Record chamado Jovem Guarda, que daria nome ao primeiro movimento musical do rock brasileiro. Além da carreira musical, participou em filmes inspirados na fórmula lançada pelos Beatles - como "Roberto Carlos em Ritmo de Aventura", "Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa" e "Roberto Carlos a 300 Quilómetros por Hora".
No início da década de 70, reformulou seu repertório rock'n roll e tornou-se um cantor e compositor basicamente romântico, cujo estilo não modificou desde então. Logo também mudava seu público-alvo, que deixou de ser o jovem e passou a ser o adulto. Atualmente continua a apresentar-se com frequência e produz anualmente um programa especial que vai ao ar na semana do Natal pela Rede Globo, na mesma época em que costumavam ser lançados seus discos anuais. Entre 1961 e 1998, Roberto lançou um disco inédito por ano. Dezenas de artistas já fizeram regravações de suas músicas, entre os quais Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethânia.

Segundo a ABPD, Roberto Carlos é o artista solo com mais álbuns vendidos na história do Brasil. Os seus discos já venderam mais de 120 milhões de cópias e bateram recordes de vendas - em 1994 chegou à marca de 70 milhões de discos vendidos - incluindo gravações em espanhol, inglês e italiano, em diversos países. Tendo realizado milhares de shows em centenas de cidades no Brasil e no exterior, a sua popularidade tornou-o conhecido no Brasil e na América Latina como O Rei, contando com um dos maiores fã-clubes do mundo.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

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Robert Peter Maximillion Williams (Stoke-on-Trent, Staffordshire, 13 de Fevereiro de 1974), mais conhecido como Robbie Williams é um cantor britânico de música pop. Alcançou o sucesso com a balada "Angels", de 1997, do álbum Life thru a Lens.
É um ex-membro do grupo pop Take That. Williams chegou à fama no início até meados da década de 1990. Depois de muitas discordâncias com a gestão e com os membros do grupo, Williams deixou o grupo em 1995 para lançar sua carreira solo. Em 15 de julho de 2010, foi anunciado que tinha voltado para o Take That e o grupo lançou o álbum Progress em novembro de 2010.
Williams já vendeu mais de 57 milhões de álbuns em todo o mundo. É o artista solo britânico de maior venda no Reino Unido e o artista de maior venda não-Latino na América Latina. Seis de seus álbuns estão entre os Top 100 que mais vendeu álbuns no Reino Unido. Foi honrado com dezessete prémios BRIT, mais do que qualquer artista e outros sete prémios ECHO. Em 2004, ele foi introduzido no Music Hall of Fame do Reino Unido depois de ter sido votado como o "maior artista da década de 1990".

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

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Pearl Jam é uma banda norte-americana de rock alternativo, formada no ano de 1990 em Seattle, Washington. Desde sua origem, sua formação incluiu Eddie Vedder (vocais, guitarra rítmica), Jeff Ament (baixo), Stone Gossard (guitarra rítmica) e Mike McCready (guitarra solo), passando por mudanças na bateria, sendo Matt Cameron, que também compõe o Soundgarden, o atual baterista da banda.
Formada após a dissolução da Mother Love Bone, banda anterior de Ament e Gossard, o Pearl Jam estoirou no mainstream com seu primeiro álbum, Ten. Uma das bandas-chave do movimento grunge dos anos 90, o Pearl Jam foi criticado em seu início, sendo estereotipado como um grupo com propósitos somente comerciais. Todavia, através da carreira da banda, seus membros se tornaram notados pela sua recusa por aderir às tradicionais práticas da indústria musical, incluindo a recusa em produzirem videoclipes e o engajamento em um boicote contra a Ticketmaster. Em 2006, a Rolling Stone descreveu a banda como tendo "gastado muito da última década deliberadamente tentando destruir sua própria fama."

Desde sua formação, a banda já vendeu mais de 60 milhões de álbuns em todo o mundo. A banda Pearl Jam já superou diversos de seus contemporâneos do rock alternativo do começo dos anos 90, sendo considerada uma das bandas mais influentes da década. O Allmusic se refere ao Pearl Jam como "a banda americana de rock & roll mais popular dos anos 90."

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Este mês sugerimos ouvir...


Os Blind Zero nasceram em 1994. O seu primeiro EP Recognize (1995) esgotou em apenas nove dias e tornou-se uma peça de colecção. O álbum Trigger (1995), primeiro trabalho de originais, produzido por Ronnie S. Champagne, um produtor de Los Angeles que havia trabalhado com bandas como Jane´s Addiction, Alice in Chains, Remy Zero e Deconstruction. O disco teve o condão de agitar o panorama musical português de uma forma que poucos poderiam prever: foi dos primeiros discos de Rock de uma banda portuguesa a atingir o galardão de disco de ouro. O ano de 1996 revelaria uns novos Blind Zero: Flexogravity (EP), um disco com muito de experimental e de fusão, partilhado com a banda de Hip-Hop Mind da Gap; Rock, Hip-Hop, Industrial, Trip-Hop, Cabaret. Esta junção, surpreendente e inovadora para muitos, foi reconhecida como o EP do ano.
Era altura para um formato mais acústico. Transradio, um dos primeiros Enhanced CD (CD Extra) europeus, traz-nos o lado mais introspectivo dos Blind Zero, conjuntamente com muito material interactivo. Gravado ao vivo na Antena 3, transporta-nos para o lado de dentro das canções, mutuando-as de encontro à sensibilidade de quem as criou e recriou. Meses mais tarde, foram convidados para participarem no SCYPE ("Song Contest for Youth Programs in Europe"), festival que reúne bandas de todo o continente europeu. Gravando propositadamente um novo original (My House), ganharam o concurso.
Dois anos após a edição do seu primeiro álbum, os Blind Zero começam as sessões que resultariam em Redcoast (1997). Redcoast é mais do que Rock; é uma mistura de ambientes, sons e emoções. Este novo disco foi produzido por Michael Vail Blum (produtor norte americano que já havia deixado a sua marca em bandas e artistas como os Suicidal Tendencies, Madonna, Roxy Music, 3T, Tura Satana, Goo Goo Dolls, Jewel). "Redcoast" foi masterizado nos estúdios da Sony Music/New York por Mark Wilder, recentemente galardoado com um Grammy Award.
Em 2002, gravam uma versão de um dos mais emblemáticos temas de David Bowie, Heroes, para o disco "Mundial 2002".
Os Blind Zero escolheram o mês de Janeiro de 2003 para o início das sessões de gravação do seu novo disco de originais. A Way to Bleed your Lover, com produção de Mário Barreiros (Clã, Ornatos Violeta, Pedro Abrunhosa, entre outros), marca a entrada de um novo elemento para a banda, Miguel Ferreira. Com participações de Jorge Palma e Dana Colley (Twinmen/ex-Morphine), este disco é o reflexo de um novo momento. Um novo imaginário, atitude e um enorme passo em frente na direcção do que de mais profundo se pode resgatar da melhor tradição de escrita de canções. Simultaneamente, um outro mapa sonoro, que substitui a aridez do anterior registo por ambientes mais planantes e trilhos sonoros mais densos e complexos, onde as emoções e as personagens estão, mais do que nunca, no limite, no reflexo da pele, entre o negro e as estrelas.
Em Maio, os Blind Zero são convidados pela MTV para realizar, em Milão, um “MTV Live”. A transmissão deste concerto teve honras de abertura no lançamento da MTV Portugal. Depois de muitos concertos em grandes espaços (onde se destaca o memorável concerto do Festival Sudoeste, com a presença em palco de Jorge Palma), os Blind Zero encetam a Tour de Force, uma Tour em pequenos espaços pelas dezoito capitais de distrito do País, reinventando todo um circuito que se encontrava aparentemente adormecido. Tocando olhos nos olhos, em concertos íntimos e absolutamente únicos.
Em 2004, os Blind Zero comemoraram os seus 10 anos de percurso, celebrando o acontecimento no Porto, no mês de Março, com um “Concerto especial 10 anos”, onde para além de uma envolvência única e de diversos convidados especiais, puderam ser ouvidos temas nunca ou raramente tocados pela Banda, num espectáculo irrepetível.
Em 2010 lançam o Luna Park que representa o segundo fôlego dos Blind Zero que não nos param de surpreender neste últimos anos com uma arquitetura rock FM, que apresenta algumas analogias com as músicas da década de 80 do século passado.
Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Este mês pode ouvir


André Sardet é natural de Coimbra, onde nasceu no dia 8 de Janeiro de 1976, o músico que começou por ser conhecido pelo tema "O Azul do Céu", nem sempre quis escrever canções e tocar guitarra. Atualmente está casado.
Fez parte de uma banda durante a adolescência, mas pouco depois abandonou o projecto e começou a compor por conta própria, e quando se apercebeu que tinha material suficiente para gravar um disco, colocou as cartas nas mesa e em 1996 editou o seu álbum de estreia, a que chamou "Imagens". Para além de "Azul do Céu", o registo incluiu ainda canções como "Frágil", "Não Mexas no Tempo" e "Um Minuto de Prazer".
Dois anos mais tarde, estava nas lojas novo álbum de originais, desta feita intitulado "Agitar Antes de Usar", que teve por single de apresentação o tema "Perto, Mais Perto".
Sem pressa de chegar ao centro das luzes da ribalta, André Sardet optou então por fazer uma pausa mais alongada no que tocava à edição de um novo disco, tendo aproveitado para reflectir sobre os seus objectivos, estudar e viajar. Começou então a compor um álbum autobiográfico, a que chamou "André Sardet", e onde contou nas letras alguns dos bons e maus momentos da sua vida. O disco foi editado em Setembro de 2002 e contou com a colaboração de Rui Veloso, Luís Represas e Mafalda Veiga.
Em 2006 o músico comemora 10 anos de carreira com o álbum "Acústico". O registo inclui 15 músicas gravadas ao vivo no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra, e uma nova versão do tema 'Quando eu te falei de Amor'. Também é autor da famosa música "Foi Feitiço". O álbum foi um enorme sucesso, tendo ultrapassado as 140 000 cópias de discos vendidos. O cantor realizou em 2007 uma grande turné por todo o país.
Em 2008 é lançado o disco "Mundo de Cartão" e em 2009 a sua versão ao vivo.
Em 2011 associa-se a causa da Associação Fonográfica Portuguesa no combate à pirataria na Internet

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

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Ana Free, nome artístico de Ana Gomes Ferreira (Lisboa, 29 Junho de 1987),é uma cantora e compositora que teve uma série de singles no Top 5, incluindo um número 1, em Portugal. Ana Free é uma presença musical crescente no popular site de partilha de vídeos YouTube, tendo mais de 29 milhões de visualizações dos seus vídeos. Criada por mãe britânica e pai português,Ana cresceu com o seu irmão mais velho em Cascais.Desde muito cedo mostrou ser apaixonada por escrever poesia e histórias e começou a escrever e compor aos 10 anos de idade. Aos 8 anos, o seu pai começou a ensiná-la a tocar numa pequena guitarra que pertencia ao irmão mais velho. Durante os últimos 16 anos, Ana Free tocou guitarra fluentemente e acumulou mais de 300 composições originais.Ana teve aulas de piano durante 3 anos no início da adolescência mas desistiu por sentir que não podia tocar o que gostava. Foi também apaixonada por dança e participou em aulas de jazz, ballet e sapateado enquanto crescia. Durante a sua infância, estudou na St.Julians International School em Carcavelos, onde adquiriu o seu sotaque característico.Teve a sua primeira actuação ao vivo na televisão no Verão de 2007 na TVI, em Portugal, onde cantou "Crazy", uma canção original. Está actualmente a gravar o seu primeiro álbum depois do sucesso do primeiro single, que foi lançado a 23 de Maio de 2008, "In My Place".A popularidade desta canção levou-a a estar presente na banda sonora de séries e novelas como Morangos com Açúcar e Podia Acabar o Mundo.
Em Novembro de 2008, Ana foi convidada para gravar o tema português “Voa Até Ao Teu Coração” aquando do lançamento do filme da Disney “Sininho”, para o qual também gravou um videoclip.
Ana está frequentemente em digressão por Portugal, e, ocasionalmente, em Londres e Nova Iorque,e as suas actuações são gravadas por amigos e enviadas para os seus blogs e websites. Ana abriu o palco para o cantor/compositor britânico James Morrison no Verão de 2010 e, em Novembro, abriu o espectáculo da Shakira, momento que a Ana considera ser dos mais especiais e determinantes da sua carreira. Mais tarde, foi a única artista feminina a abrir o palco ao cantor Joe Brooks na sua digressão pelo Reino Unido. Algumas das suas canções mais populares, com mais de um milhão de visualizações cada, incluem covers de Nickelback, "Savin 'Me", o sucesso dos The Rolling Stones, "Angie", e o tema do Campeonato do Mundo "Waka Waka (This Time for Africa)" de Shakira.
Ana encontra-se atualmente a viver e gravar no Reino Unido e terminou em 2008, com menção honrosa, a licenciatura em Economia na Universidade de Kent. Ana desenvolveu um gosto especial para temas como “Comércio Internacional” e “Teoria de Jogo” e decidiu escrever a sua dissertação sob o título de “Qual o Impacto da Tecnologia sobre a Estrutura das Grandes Gravadoras (entre 1995 e 2005)”, pela qual recebeu uma distinção. No momento em que a sua popularidade online começou a aumentar, Ana foi abordada por várias gravadoras que queriam contratá-la, mas não se concretizou na altura devido ao seu desejo de terminar a Universidade antes de tomar uma decisão tão grande. Para além de ser fluente em Inglês e Português, Ana também fala Espanhol, Francês e Grego.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

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Rui Veloso

Nascido em  Lisboa, mas criado desde os três meses de idade no Porto, é filho do engenheiro Aureliano Capelo Veloso, ex-presidente da Câmara Municipal do Porto. É igualmente sobrinho paterno do General Pires Veloso, ex-governador de São Tomé e Príncipe.
Cantor, compositor e guitarrista, começou a tocar harmónica aos seis anos. Mais tarde deixar-se-ia influenciar por B.B. King e Eric Clapton, e lançou, com vinte e três anos, o álbum que o projetou no panorama da música nacional, Ar de Rock. Dele fazia parte a faixa Chico Fininho, um dos maiores sucessos da obra de Rui Veloso e de Carlos Tê, seu letrista.
Entre os seus restantes sucessos fazem parte Porto Sentido, Não Há Estrelas No Céu, Sei de Uma Camponesa, A Paixão (Segundo Nicolau da Viola) e Porto Covo.
Na década de 1990 integrou o Rio Grande, formado por Tim, João Gil, Jorge Palma e Vitorino, num estilode música popular com influências alentejanas que alcançou uma considerável popularidade. Dessa experiência resultariam dois discos, um de originais em 1996, outro ao vivo, em 1998.
Em 2000 lançou a compilação O Melhor de Rui Veloso - 20 anos depois, seguindo-se um disco de tributo dedicado ao seu álbum de estreia: 20 anos depois - Ar de Rock.
Em 2000 lançou a compilação O Melhor de Rui Veloso - 20 anos depois, seguindo-se um disco de tributo dedicado ao seu álbum de estreia: 20 anos depois - Ar de Rock.
Em 2003, a mesma formação dos Rio Grande, mas sem Vitorino, voltou a juntar-se no projeto Cabeças no Ar, dedicado a canções nostálgicas que remontam aos tempos da escola, entre elas, O Primeiro Beijo.
Regressou aos discos de originais, em 2005, com A Espuma das Canções. Em 2 de Junho de 2006 atuou no Rock in Rio em Lisboa, precedendo os concertos de Carlos Santana e de Roger Waters. No mesmo ano comemorou vinte e cinco anos de carreira, ocasião brindada com três concertos, dois no Coliseu do Porto e um no Pavilhão Atlântico. Em 2008 colaborou com a banda Per7ume no tema Intervalo, que foi um record de vendas nacional. Em 2009 lançou o álbum Rui Veloso ao Vivo no Pavilhão Atlântico. No ano de 2010, o Rui Veloso, conhecido como "Pai do Rock Português" comemorou 30 anos de carreira com concertos no Coliseu de Lisboa e no Coliseu do Porto, esgotando ambos.
Como empresário abriu o seu próprio estúdio, o Estúdio de Vale de Lobos, situado em Vale de Lobos, perto de Belas, e fundou também a editora Maria Records, que acabou por fechar.
Rui Veloso recebeu a Grã-Cruz da Ordem do Infante, atribuído pelo Presidente Mário Soares.

Discografia
Álbuns de estúdio
1980 - Ar de Rock
1982 - Fora de Moda
1983 - Guardador de Margens
1986 - Rui Veloso
1990 - Mingos & Os Samurais
1991 - Auto da Pimenta
1995 - Lado Lunar
1998 - Avenidas
2005 - A Espuma das Canções
2012 - Rui Veloso e amigos[3][4]
Ao vivo
1988 - Rui Veloso Ao Vivo
2003 - O Concerto Acústico
2009 - Rui Veloso ao Vivo no Pavilhão Atlântico (CD+DVD)
Compilações
2000 - O Melhor de Rui Veloso - 20 anos depois

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

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Ana Moura é natural de Coruche, mas como esta localidade não dispunha de maternidade, nasceu na capital de distrito, ou seja, Santarém.
Reconhecida internacionalmente, Ana Moura estreou-se com Guarda-me a Vida na Mão (2003), lançando seguidamente Aconteceu (2004). Canta, também, em vários em locais da noite lisboeta e deu-se a conhecer na televisão ao lado de António Pinto Basto, em Fados de Portugal.
Para Além da Saudade (2007) é o álbum que se segue, contendo músicas como Os Búzios ou O Fado da Procura. Com este disco Ana Moura ficou conhecida do grande público português, também devido às aparições em programas como Contacto e Família Superstar, ambos na SIC, e no Sexta à Noite, de José Carlos Malato, na RTP. Estas aparições na televisão ajudaram-na a promover este disco, conseguindo alcançar a Tripla Platina, por vendas superiores a 55 mil unidades, e a permanecer 120 semanas no TOP 30 de Portugal.
Com o mesmo disco recebeu uma nomeação para os Globos de Ouro, na Categoria de Música, para Melhor Intérprete Individual, que acabou por perder para Jorge Palma.
Em 2007, Ana Moura participou no concerto dos Rolling Stones no Estádio de Alvalade XXI, em Lisboa, cantando, em dueto com Mick Jagger, o tema “No Expectations” da banda britânica.
Depois de dois grandes concertos nos Coliseus do Porto e de Lisboa, Ana Moura lança finalmente o seu primeiro DVD ao vivo, a 24 de Novembro de 2008, que obtém grande sucesso junto ao público, pelo seu excelente alinhamento.
Com o reconhecimento da crítica, chegou também o reconhecimento dos pares e, em 2008, Ana Moura recebeu o Prémio Amália de melhor intérprete.
Em 2009 o norte-americano Prince confessa-se fã da fadista, mostrando interesse em colaborar musicalmente com Ana, vindo a fazê-lo no Festival de Verão, Super Bock Super Rock, em 2010.
O seu último disco "Leva-me aos Fados", lançado a 12 de Outubro de 2009 (apresentado na Casa da Música - Porto e coliseu de Lisboa, a 20 e 21 de Outubro), já é Disco de Platina, continuado no Top 10 dos discos mais vendidos. Com fados como "Leva-me aos Fados" (single de apresentação), "Caso Arrumado", "Rumo ao Sul" e "Fado vestido de Fado", Ana Moura delicia o seu público. Ana já iníciou a torné deste último trabalho pelo país e fora dele, com concertos centrados mais no norte de Portugal, e fora, passando pelos EUA, Canadá, Reino Unido, Áustria, Holanda e Alemanha.
Ana Moura recebeu, a 23 de Maio de 2010, nos "Globos de Ouro" o globo de "Melhor Intérprete Individual", para o qual estava nomeada juntamente com artistas como Carminho, David Fonseca ou Rodrigo Leão.
Ana Moura é actualmente uma das fadistas mais conceituadas de Portugal, pelo seu excelente timbre de voz, beleza e enorme simpatia para com o seu público.
A 17 de Março de 2011, Ana Moura foi nomeada para "Best Artist Of The Year", um dos importantes prémios da prestigiada revista inglesa de música Songlines.
Em Junho e Julho do mesmo ano, a fadista efectuou uma pequena digressão aos Estados Unidos e ao Canadá, que incluiu concertos em quatro famosos festivais de Jazz - S. Fancisco, nos EUA, e Vancouver, Montreal e Otava, no Canadá. Em Montreal, Ana Moura foi uma das cabeças de cartaz do 32º. festival de jazz internacional e no espectáculo agradou à sala cheia do Teatro Maisonneuve, no qual teve como convidado especial o saxofonista Tim Ries, criador do Projecto Rolling Stones.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ana_Moura


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Este mês sugerimos ouvir...


é uma banda portuguesa de rock alternativo, com fusão de algumas outras tendências, incluindo o ska e o jazz.

É originária da cidade do Porto, composta por Manel Cruz na voz, Nuno Prata no baixo, Peixe na guitarra, Kinörm na bateria e Elísio Donas nos teclados. Com apenas dois álbuns publicados, depressa se tornou uma referência na música portuguesa do final dos anos 90, embora o ponto alto da sua carreira corresponda sobretudo aos últimos 3 anos da década. A banda decidiu então separar-se no final de 2000, juntando-se para um concerto único de celebração do seu 10º aniversário na KEIMAS 2001.

A banda formou-se em 1991, mas só editou um álbum seis anos mais tarde. Durante esse período, os Ornatos participaram em várias coletâneas e ganharam o prémio de originalidade do 7º Concurso de Música Moderna do Rock Rendez Vous Existem muitas músicas elaboradas pela banda que não chegaram a ser editadas em disco.

Em 1997 lançaram Cão!, o seu primeiro trabalho — que inclui o tema "Letra S", em dueto com Manuela Azevedo, vocalista dos Clã - um disco onde pela primeira vez se demonstrou a disponibilidade da banda de explorar um som misto, com o estilo específico de escrita de Cruz, para agrado de numerosos novos fãs e da maioria da crítica musical nacional.

No ano seguinte, no contexto da Expo 98, colaboraram na coletânea Tejo Beat (no qual participaram também Boss AC, Blasted Mechanism, Zen e Flood), com o tema "Tempo de Nascer".

O seu álbum O Monstro Precisa de Amigos foi lançado em 1999, demonstrando uma produção mais cuidada e, de forma geral, um estilo menos ativo e mais contido. O álbum produziu os singles Ouvi Dizer, um dueto com Victor Espadinha, e Capitão Romance, com Gordon Gano, vocalista dos aclamados Violent Femmes. Foi ainda neste ano que colaboraram no disco XX Anos XX Bandas, um tributo aos 20 anos dos Xutos & Pontapés, como uma versão do tema Circo de Feras, cuja letra foi expandida.

Pós-separação

Ainda em 2002, surgiram os Pluto, banda de rock ligeiramente mais tradicional, que inclui Cruz na sua formação, como vocalista e guitarrista secundário, e Peixe como guitarrista principal. Outro projecto de Manel Cruz (voz), surgido no mesmo ano, foram os Supernada, com um álbum editado apenas em 2012, integrado por mais quatro membros: Miguel Ramos (baixo), Ruca (guitarra), Eurico Amorim (teclado) e Francisco Fonseca (bateria).

Em 2006, Nuno Prata lançou o seu primeiro álbum a solo onde participam como convidados, entre outros, os restantes ex-membros dos Ornatos Violeta. Em 2008, Manel Cruz lançou o projecto Foge Foge Bandido com um álbum duplo, O Amor Dá-me Tesão/Não Fui Eu Que Estraguei. O teclista Elísio Donas veio depois a participar no grupo Per7ume, do qual saiu em Agosto de 2008. A 31 de Maio de 2010 saiu o primeiro álbum de Zelig, banda da qual faz parte o guitarrista Peixe. O baterista Kinorm esteve envolvido em diversos projetos, com destaque para Mata Tu, Patrón! e Plus Ultra, com Gon, dos ZEN.

Regresso

Em 2012, a 9 de Fevereiro, sensivelmente após uma década de inatividade, a banda anuncia a realização de dois concertos, nos Coliseus de Lisboa e do Porto, através da sua página Facebook. Sensivelmente um mês depois, a 7 de Março, foi também noticiada a sua presença no Festival Paredes de Coura 2012.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Este mês sugerimos ouvir..


Pablo Moreno de Alborán Ferrándiz (Málaga, 31 de maio de 1989), popularmente conhecido como Pablo Alborán, é um cantor espanhol. Em 2011 recebeu três indicações para o Grammy Latino. O cantor já tem no seu currículo álbum de estúdio, um álbum ao vivo, quatro singles, quatro vídeos de música e várias colaborações musicais. Estreou-se em 2010 com seu primeiro lançamento oficial, "Solamente tú", o primeiro single do álbum de estreia, Pablo Alboran, lançado em fevereiro de 2011. Esta estreia, chegou ao primeiro lugar na sua primeira semana de vendas, o primeiro álbum a solo, assinando uma estreia no topo desde 1998 em Espanha.
Poucos meses depois de lançar o seu primeiro álbum lançou En acústico, primeiro concerto gravado ao vivo pelo cantor, que se estreou no topo da Espanha e algumas semanas mais tarde foi lançado em Portugal, chegando a ser o número 1 por várias semanas. Dos seus singles se destacam dois: " Solamente tú " e "Perdóname" , este com a cantora Carminho.
Foi a partir dos 12 anos que compôs as suas primeiras canções: 'Amor de Barrio' e 'Desencuentro’, que se encontram no seu álbum de estreia. A sua carreira artística começou pela mão de uma família flamenga que atuava num um restaurante em Málaga e que o batizaram de "El blanco moreno". É aí que atua pela primeira vez a solo.
Como outros artistas de sua geração, os seus inícios estão relacionados para o Youtube,  que lhe permitiu fazer-se a conhecer ao público em geral através da Internet, num vídeo onde ele toca guitarra aquelas que seriam as suas canções do primeiro álbum.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Este mês sugerimos ouvir...


Bernardo Sassetti

pianista e compositor. Era casado com a atriz Beatriz Batarda, de quem teve duas filhas. Compôs muito para cinema, gravou com a London Philarmonic Orchestra (e com Sting), e deixa uma discografia importante, da se qual destaca Piano a quatro mãos (2003, com Mário Laginha), Livre (2004), Ascent (2005), Três pianos (2007, com Laginha e Burmester), e Second Life (2009). Como músico, participou no filme O Talentoso Mr Ripley (1999), de Anthony Minghella: era o pianista de jazz do septeto napolitano.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Este mês podes ouvir...


Boss AC é um rapper e cantor de hip hop português filho de pais cabo-verdianos. É considerado um dos pioneiros do hip hop português, até mesmo considerado o pai do Hip-Hop Tuga.
Nascido Ângelo César, Boss AC é filho da cantora e atriz cabo-verdiana Ana Firmino e do pintor cabo-verdiano António N. Firmino (Toi Firmino).
Boss AC iniciou a sua carreira musical no final dos anos 80. Chegou a ser vocalista dos Cool Hipnoise, teve várias participações especiais em discos dos Da Weasel, General D e dos Delfins, o que lhe deu algum impulso no mundo da música.
Por essa altura ganharam alguma projeção rappers oriundos maioritariamente da zona periférica da Grande Lisboa. Esse movimento veio a traduzir-se na compilação "Rapública" (Sony, 1994), na qual Boss AC foi responsável pela produção, autoria e composição dos temas "Generate Power" e "A Verdade", marcando o arranque definitivo da carreira do artista.
No final de 1997 Boss AC partiu para os EUA, onde o álbum Manda Chuva, com a mistura de Troy Hightower, um dos mais requisitados misturadores de hip-hop dos EUA.
Depois de feita a gravação do disco em Nova Iorque, Boss AC regressou a Portugal e "Mandachuva" foi comercializado em 1998, marcando a estreia do cantor. O álbum experimenta novas abordagens musicais – ragga, soul, R&B – sempre em torno do hip-hop, bem como influências das suas origens africanas.
Seguidamente, juntou-se a Gutto, o líder dos Black Company uma das bandas que gravaram no Rapública, e formaram a No Stress, uma das maiores produtoras de hip-hop em Portugal.
Boss AC participou em trabalhos dos Xutos & Pontapés e dos Santos & Pecadores, compôs para cinema e televisão.
Em dezembro de 2002, Boss AC compilou os temas que foi criando durante esses anos no seu segundo álbum de originais, "Rimar Contra a Maré", inteiramente gravado, produzido e misturado pelo próprio autor, tendo sido considerado um álbum extremamente autobiográfico e um pouco negro, exteriorizando o seu desencanto com o mundo.
Em fevereiro de 2005 o videoclipe do single "Quieres Dinero", produzido com Gutto, foi nomeado para os African Music Video Awards, na categoria "Melhores Efeitos Especiais", do canal sul-africano "Channel O".
No mesmo ano, em março, Boss AC lança "Ritmo, Amor, Palavras", cujas misturas ficaram a cargo do seu colaborador de longa data, Troy Hightower, nos estúdios Hightower Productions, em Nova Iorque.
"Ritmo, Amor e Palavras" chegou ao estatuto de disco de ouro em agosto de 2005, com mais de dez mil cópias vendidas. Em outubro atingiu a marca de disco de platina, tendo vendido mais de 30.000 unidades até perto do final do ano. Dentro do género do hip-hop chegou a ser um dos três discos mais vendidos de sempre em Portugal. O single de estreia, "Hip-Hop (Sou eu e és tu)", ascendeu rapidamente aos primeiros lugares nos tops. Integrou, ainda, a banda sonora de vários programas de televisão com grande audiência nacional e entrou em múltiplas colectâneas editadas durante 2005. Em setembro de 2005 foi nomeado para os prémios da MTV Europe Music Awards, na categoria de Best Portuguese Act.
Boss AC empenhou-se numa digressão, com concertos em Portugal e também em Moçambique. Em outubro, o rapper português assegurou a primeira parte da estreia de 50 Cent em Portugal, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa.
AC Para os Amigos é o nome do mais recente álbum de Boss Ac editado em 6 de fevereiro e marca a estreia do músico pela Universal Music. “Sexta-feira (Emprego Bom Já)”, é o primeiro single do álbum.

Prémios e reconhecimento
Em 2006, o cantor foi candidato pela segunda vez consecutiva aos prémios da MTV Europe, na categoria de Best Portuguese Act, proeza nunca alcançada por outro músico em Portugal.
Tem participado em vários festivais de música cabo-verdianos, entre os quais o afamado Festival da Baía das Gatas, em São Vicente, o primeiro do género em Cabo Verde e quiçá o mais conceituado.
Em 2007, Akon convidou Boss AC para um remake do êxito "I Wanna Love You", incluindo videoclipe. Esse tema acabou por ser ouvido nos E.U.A, ficando em posições notáveis nas tabelas.
Em Janeiro de 2008, AC lançou o 1º tema do seu novo álbum, "Preto no Branco". O tema denomina-se "Levanta-te (Stand Up)", tendo o respectivo videoclipe sido lançado em 21 de julho na MTV. O álbum conta ainda com a participação de Mariza no tema "Alguém Me Ouviu (Mantém-te Firme)". O single, a música antes referida, "Levanta-te (Stand Up)" e ainda "Acabou (Até Te Esquecer)" fazem parte da banda sonora da série 'Morangos com Açúcar'. Boss Ac já anunciou que em Fevereiro irá lançar o seu novo álbum intitulado "Ac para os amigos", tendo já revelado uma das musicas do album chamada "Sexta Feira (emprego bom já)"

quarta-feira, 7 de março de 2012

Este mês sugerimos ouvir...

James Morrison regressa a Portugal para apresentar o álbum ”The Awakening”. Os concertos estão agendados para os Coliseus de Lisboa e Porto a 27 e 28 de Março.

 Biografia

James Morrison (Rugby, Inglaterra, 13 de Agosto de 1984- ) é um cantor britânico e guitarrista que se tornou famoso ao lançar o seu álbum de estreia Undiscovered, em 2006 que o atirou para as luzes da ribalta com apenas 22 anos. O sucesso que alcançou no seu país, o Reino Unido, garantiu-lhe o número 1 do top de vendas de discos do país, logo na primeira semana em que o trabalho saiu.
Otis Redding, Al Green, Cat Stevens, The Kinks e Van Morrison fazem parte da sua herança musical. Apesar disso, a infância de James Morrison, passada na pequena cidade inglesa de Rugby, esteve longe de ser feliz. Autodidata, James aprendeu a tocar guitarra aos 5 anos, mas só aos 13, quando o tio Joe lhe mostrou alguns temas de Alan Deane, um artista local é que começou a levar as coisas a sério. Os velhos discos do seu tio inspiraram-no e começou a compor as suas próprias músicas.
Após fazer uma apresentação ao vivo para a produtora, Polidor, James Morrison teve a oportunidade de gravar o seu álbum de estreia. A produção de Undiscovered ficou a cargo de Martin Tenerife, tendo o disco saído em Agosto de 2006. No Outono do mesmo ano, o músico acompanhou Corinne Bailey Rae numa série de concertos, abrindo os espetáculos. Com uma mistura de Pop Rock, James Morrison, de 22 anos, ganhou o Brit Award de melhor cantor em Fevereiro de 2007. As suas músicas simples, mas carregadas de emoção e sua voz afinada, são o motivo do grande sucesso pelo mundo.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Este mês sugerimos ouvir...


 O álbum de estreia de Aurea, foi editado a 27 de Setembro 2010. Desde então, o primeiro trabalho da cantora natural de Santiago de Cacém esteve 28 semanas no Top 5 Nacional de Vendas de Cds (AFP), tendo permanecido 8 semanas seguidas no 1.º lugar. 
Neste percurso, o álbum homónimo de Aurea atingiu a marca de Platina. Pelo meio ficam vários showcases nas FNAC, concertos de apresentação, um dueto do tema ‘Love me Tender’ com Elvis Presley (aprovado pela família do mesmo e incluído no álbum ‘Viva Elvis’, editado no final de 2010), um S. Jorge esgotado e uma digressão nacional que percorreu várias cidades, sempre acompanhada por um grande banda de músicos conceituados.
Em maio, o talento de Aurea foi reconhecido na gala Globos de Ouro, onde lhe foi atribuído um galardão na categoria de ‘Melhor Intérprete Individual’. Nesta entrega de prémios, Aurea recebeu três nomeações, feito inédito para um artista nacional.
Detentora de uma voz poderosa e cativante, apesar dos seus 23 anos, Aurea tomou de assalto as ondas hertzianas nacionais com o single de estreia “Busy (For Me)”, que marca a toada deste primeiro registo homónimo, contagiante e eclético, que tem na sua imensa voz o fio condutor. Seguiu-se o não menos fabuloso e atrevido single ‘No No No No (I Don’t Want Fall In Love With You Baby)’ e chegam agora às rádios o descontraído ‘Ok, Alright’, para fazer companhia neste tempo de férias, e o melancólico ‘The Only Thing That I Wanted’, a perfeita banda-sonora para o regresso de férias.
Aurea tem a voz do tamanho do mundo e a sua música também não conhece fronteiras. O talento de Aurea para cantar é inato, um dom que não escolhe qualquer um. No entanto, a ajuda da família (que desde sempre esteve ligada à música) foi fundamental no fortalecimento dos laços afetivos por esta área artística.
A frequência no curso de Teatro da Universidade de Évora foi o despertar de Aurea no sentido de uma carreira musical. Juntamente com a equipa da Blim Records, responsável pela composição, produção e direção musical deste álbum, Aurea apresenta neste primeiro trabalho um registo pop/soul mas com várias nuances de diversos estilos musicais. Tal como Aurea, este trabalho é musicalmente eclético.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Este mês sugerimos Ouvir...

The Gift
Nascidos em 1994, os The Gift surgiram inicialmente como projeto paralelo dos Dead Souls, banda de então de Nuno Gonçalves e Miguel Ribeiro. A evolução de um projeto para o outro aconteceu de forma natural, uma vez que sentiam que a sonoridade dos Dead Souls estava limitada aos instrumentos que utilizavam (guitarra, bateria, baixo e ukulele), e a urgência em experimentar novos sons e partir para novos horizontes musicais era cada vez maior. Assim, o que começou por ser um projeto secundário de ambos os jovens a darem os passos iniciais na música, foi crescendo e ganhando maior importância na vida destes.
De dois, os The Gift passaram a uma banda de quatro elementos com a entrada de Ricardo Braga e de Sónia Tavares para vocalista. Sónia ingressou na banda quase por acaso e, apesar de mais tarde vir a dar novas tonalidades à música dos The Gift, na altura a escolha de uma voz feminina não foi vista com bons olhos por Nuno, que não conseguia idealizar uma rapariga a cantar no grupo. Na base destes anticorpos esteve a gritante misoginia reinante na banda. A barreira tornou-se ainda maior ao Sónia não proferir uma única palavra durante os primeiros ensaios e permanecer timidamente afastada dos restantes músicos. Até ao dia em que quebrou o silêncio, começou a cantar, e de uma assentada compôs o primeiro tema do grupo: Lenor. Estava dado o primeiro grande passo dos The Gift.
A partir daqui a sonoridade do grupo começou a ganhar forma e em Setembro de 94, Sónia, Nuno, Miguel e Ricardo (com idades compreendidas entre os 16 e os 21 anos) inscreveram-se no Concurso de Música Moderna do Bar Ben, em Alcobaça. A banda acabaria por ir passando de eliminatória em eliminatória, até chegar à final, e terminaria em 2º lugar – para grande surpresa de todos dada a curta existência do grupo.
Encarando o resultado do concurso como uma vitória e um estímulo, os The Gift começaram a aspirar a mais e deram o seu primeiro concerto em nome próprio no Mosteiro de Alcobaça, em Julho de 95. Seguir-se-ia o Centro Cultural de Belém, no “Espaço 7-9”], em Setembro de 96 e o convite para tocar no Porto, no bar Labirintho, em Novembro desse ano. Foi nessa noite, com o incentivo do dono do bar, José Carlos Tinoco, que surgiu a ideia de gravar a primeira maqueta do grupo. Desde esse dia e até Maio de 97 os The Gift empenharam-se a 100% na preparação do seu primeiro registo discográfico, tendo como ambição mostrar a sonoridade da banda aos media e às editoras. Deste esforço nasceu Digital Atmosphere, CD composto por 6 temas e uma parte multimédia com entrevistas e vídeos da banda, gravado em casa e sem edição comercial.
O objetivo de chamar a atenção da indústria musical não seria atingido da forma desejada, mas as expectativas relativamente à crítica musical viriam a ser ultrapassadas, obtendo de imediato o reconhecimento por parte dos media.
Ainda nesse ano os The Gift partiram para a estrada, percorrendo cerca de 630 auditórios (muitos deles esgotados) e editando no final da digressão um vídeo com os concertos do Centro Cultural de Belém e do Cine-teatro de Alcobaça. Logo após a "Digital Atmosphere Tour" a banda ficaria reduzida a quatro elementos, com a saída de Ricardo Braga, permanecendo com a formação com que continuaria até hoje, e estabeleceria o objetivo de editar um novo disco, como banda independente, suportando todas as despesas e sem qualquer tipo de apoio por parte de alguma editora discográfica.

2000-2010
Ganham, em 2005, na categoria de "Best Portuguese Act", o MTV Europe Music Awards, prémios entregues esse ano em Portugal. Este reconhecimento é obtido através do seu álbum duplo AM-FM. A 30 de Outubro de 2006 lançam o álbum ao vivo e DVD Fácil de Entender, cujo nome é o de uma canção cantada em Português e faixa escondida do álbum AM-FM que foi apresentada no decorrer da "AM-FM Tour".
Em 2007 ganham o Globo de Ouro (SIC/Caras) de Melhor Grupo com o álbum editado no ano transato Fácil de Entender.
Em 2009, Nuno Gonçalves é convidado a regravar Amália Rodrigues, nascendo Amália Hoje, produzindo algo de inovador que ficará marcado para a história cultural de Portugal com participação da Sónia Tavares, Fernando Ribeiro dos Moonspell e Paulo Praça dos Plaza. O disco foi lançado a 27 de Abril e foi tornado público em televisão na Gala XIV Globos de Ouro na SIC, no dia 17 de Maio de 2009. Entretanto a banda já está a preparar o sucessor de AM-FM com as gravações a serem feitas em Madrid.

Atualidade
Com o lançamento do último álbum da banda, Fácil de Entender, a ter acontecido em 2006, é anunciado o lançamento dum novo álbum, Explode, em Fevereiro de 2011. O álbum foi disponibilizado no site da banda, ao preço que o consumidor desejasse pagar. Para apresentar as novas canções a banda programou para Março do mesmo ano, uma série de três concertos no Tivoli, Lisboa, e um em Madrid, em Maio. O álbum em suporte físico foi colocado à venda em meados de Março de 2011.
Foi anunciado a 19 de Setembro de 2011, a nomeação da banda para os prémios MTV Europe Music Awards, na categoria "Best Portuguese Act", sendo o prémio arrecadado pela cantora Aurea.
No início do ano 2012, o site Art Vinyl elege o disco Explode, como uma das melhores capas do ano 2011. O álbum ficou em 27º lugar, numa lista de 50 melhores capas que inclui nomes como Coldplay, The Strokes e Jay-Z. Ainda no início de 2012, e tendo passado menos de um ano do lançamento de Explode, a banda anuncia o lançamento de um novo álbum. Primavera foi lançado dia 9 de Janeiro, contendo doze faixas.
Fonte: wikipedia

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Este mês sugerimos Ouvir...

COLDPLAY

banda britânica de rock alternativo fundada em 1996 em Inglaterra pelo vocalista Chris Martin e o guitarrista Jonny Buckland. O baixista, Guy Berryman, e mais tarde o baterista, Will Champion, juntaram-se ao grupo. O empresário Phil Harvey é muitas vezes considerado o quinto membro não oficial. Em 1998 a banda passou a chamar-se "Coldplay.
Conseguiram fama mundial com o lançamento do single "Yellow" em 2000, seguido pelo seu álbum de estreia lançado no mesmo ano, Parachutes, que foi nomeado para um Mercury Prize. O segundo álbum da banda, A Rush of Blood to the Head (2002) foi lançado com várias críticas positivas, vencendo vários prémios, incluindo o de Álbum do Ano, tendo sido considerado o melhor álbum do Coldplay. O seu álbum seguinte, X&Y foi inicialmente recebido com opiniões diversas pela crítica, após o seu lançamento em 2005. No entanto, o quarto álbum de estúdio da banda Viva la Vida or Death and All His Friends (2008), produzido por Brian Eno, foi recebido com comentários favoráveis e obteve várias indicações para prémios, vencendo o Grammy. Em 24 de outubro de 2011, a banda lançou seu quinto álbum, intitulado Mylo Xyloto. Tal como seus antecessores, o álbum foi um sucesso comercial.
A banda já ganhou vários prémios  incluindo seis Brit Awards — vencendo o de Melhor Grupo Britânico três vezes, quatro MTV Video Music Awards, e sete Prêmios Grammy entre vinte indicações. Os Coldplay já venderam mais de 50 milhões de discos em todo o mundo.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Este mês sugerimos Ouvir...

Adele Laurie Blue Adkins (Enfield, 5 de maio de 1988), conhecida pelo nome artístico Adele é uma cantora e compositora britânica. Ela foi a primeira a receber o prêmio Critics' Choice do BRIT Awards e foi nomeada "artista revelação" em 2008 pelos críticos da BBC. Em 2009, Adele ganhou dois Grammy Awards de "Artista Revelação" e "Melhor Vocal Pop Feminino". Teve seu reconhecimento mundial ao lançar o álbum 21 e dominar as paradas de sucesso nos Estados Unidos e Reino Unido com o single "Rolling In The Deep.
Adele atraiu a atenção da XL Recordings com suas três demos no seu perfil no MySpace e acabou por assinar com a editora. Desde a sua estreia, o álbum 19 de Adele foi aclamado pela crítica e foi um sucesso em vendas. O álbum estreou em número um e recebeu três certificações de platina no Reino Unido. A sua carreira de sucesso nos Estados Unidos começou após uma apresentação sua no programa Saturday Night Live em 2008. Adele lançou seu segundo álbum 21 em 24 de janeiro de 2011 na Inglaterra e em 22 de fevereiro nos Estados Unidos. O álbum foi um sucesso comercial e com a crítica, vendendo 208 mil cópias na primeira semana de vendas no Reino Unido estreando em primeiro lugar na UK Albums Chart e também liderou as paradas de vendas em vários países. O CD também estreou muito bem nos Estados Unidos alcançando a primeira posição na Billboard 200 vendendo 352 mil cópias na primeira semana.
Depois de uma aclamada performance ao vivo no BRIT Awards de 2011, a canção "Someone Like You" chegou ao primeiro lugar das paradas de sucesso no Reino Unido, enquanto o álbum também permaneceu como número um no país. A Official Charts Company anunciou que Adele é a primeira artista a alcançar, ainda viva, uma canção e um álbum como número um ao mesmo tempo na Inglaterra desde Os Beatles em 1964.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Este mês sugerimos Ouvir...

Pedro Abrunhosa

Pedro Abrunhosa (20 de Dezembro de 1960, Porto) é um cantor, e compositor português.
Inicia cedo os estudos musicais. Termina o Curso de Composição do Conservatório de Música do Porto. Estuda e trabalha com os professores Álvaro Salazar e Jorge Peixinho.
Faz o Curso de Pedagogia Musical com Jos Wuytack. Começa a sua carreira como docente aos 16 anos na Escola de Música do Porto. Dá igualmente aulas no ensino oficial, na Escola do Hot Clube, em Lisboa, e na Escola de Música Caiús.
Desenvolve os estudos de Contrabaixo. Funda a Escola de Jazz do Porto e a Orquestra da mesma, que dirige e para a qual escreve.
Em 1994 edita “Viagens”, o seu primeiro álbum com os “Bandemónio”. Atinge vendas recorde de 243.000 unidades atingindo a marca de tripla platina. Neste álbum conta com a participação do saxofonista de James Brown, Maceo Parker. Faz mais de duzentos espectáculos em dois anos. Apresenta-se ainda nos Estados Unidos, Canadá, Brasil, Macau, França, Suíça, Espanha, Luxemburgo, França, Itália e outros.
Lança em 1995 o Maxi-single “F”, juntamente com um livro, alcançando com ambos um inesperado impacto.
Em 1996 edita “ Tempo”, o seu segundo álbum de originais. “Tempo” ultrapassa a marca de quádrupla platina, tendo logo na primeira semana vendido 80.000 exemplares. Neste álbum trabalha em Minneapolis, Memphis e Nova Iorque com toda a banda de Prince, os New Power Generation e Tom Tucker, seu engenheiro principal. Com estes músicos apresenta-se em digressão. Neste álbum participam ainda Carlos do Carmo, Opus Ensemble e Rui Veloso. “Se Eu Fosse Um dia o Teu Olhar” faz parte da banda sonora do filme recorde de bilheteira “Adão e Eva”, de Joaquim Leitão. Editada no Brasil, esta música vende mais de 800 mil cópias.
Em 1998, é convidado por Caetano Veloso a realizar um espectáculo conjunto na Expo 98, realizando a maior enchente da Exposição Universal.
É igualmente convidado pelo realizador Manoel de Oliveira para protagonista masculino do filme “La Lettre”, rodado em Paris, Itália, Nova Iorque, Lisboa e Londres no qual contracena com Chiara Mastroianni. Com esse filme, laureado no Festival de Cinema de Cannes com o Grande Prémio do Júri, tem a oportunidade de fazer a famosa “subida dos 24 degraus”.
Escreve, compõe e produz o musical “Rapaz de Papel”, encomenda do Festival dos Cem Dias. Posteriormente grava todas estas músicas no álbum “Amanhecer”, interpretado por Diana Basto.
Em 1999 edita “Silêncio”, um disco de viragem extremamente importante para a carreira dos Bandemónio. Ultrapassa as 40.000 unidades, atingindo a marca de platina.
Em 2002 edita “Momento”, um êxito de vendas e airplay em todas as rádios nacionais, e atinge novamente a marca de dupla-platina, com vendas superiores a 90.000 unidades. Durante dois anos, a canção homónima “Momento” foi a mais tocada em Portugal.
Em 2003 edita o álbum triplo, “Palco”, resultado dos emblemáticos concertos ao vivo com os Bandemónio e os HornHeads de Prince. Com este álbum, dupla platina, atinge vendas de 72.000 unidades.
Em 2004 encerra o Rock in Rio Lisboa, concerto integrado na sua digressão 2002/2004 com mais de 120 espectáculos realizados.
Em 2005 edita o DVD Intimidade e, em 2006, o livro “Canções”, que rapidamente esgota, contendo partituras das suas mais emblemáticas músicas.
Entretanto, faz inúmeras palestras, debates e conferências por todo o país, sobretudo em Faculdades, Escolas, Bibliotecas ou afins. Escreve para a TSF, Magazine Artes, Fórum Estudante e tem trabalhos editados nas mais variadas publicações. Ainda em 2006, participa como vocalista numa das músicas do álbum de estreia da banda portuguesa Cindy Kat intitulada “A Saída”.
Lança, a 3 de Abril de 2007, o single “Quem me leva os meus fantasmas”, o primeiro do novo álbum “Luz” lançado a 25 de Junho de 2007.
O primeiro concerto de Pedro Abrunhosa e Bandemónio após o lançamento do álbum “Luz” teve lugar no espaço “Paradise Garage” em Lisboa, na noite de 26 de Junho de 2007.
O seu álbum mais recente, "Longe", onde se apresenta com a sua nova banda Comité Caviar, encontra-se disponível nos locais habituais, desde 12 de Abril de 2010, data em que também foi lançado o seu mais recente website - http://www.abrunhosa.com/. A aparência do site modifica-se conforme a hora do dia em que se visita, acompanhada por efeitos sonoros adaptados à hora e local que as imagens de fundo evocam.
O álbum "Longe" foi apresentado na Casa da Música, no Porto, a 2 de Maio de 2010, estando nessa altura no 1º lugar no top de vendas.
 Encontra-se há mais de 50 semanas consecutivas na tabela de vendas em Portugal, tendo atingido o galardão de platina.
Autor e compositor de todas as músicas incluídas nos seus álbuns, Pedro Abrunhosa define-se como “cantautor”.

 Discografia:

Álbuns de estúdio:
 1994 - Viagens
 1996 - Tempo
 1999 - Silêncio
 2002 - Momento
 2007 - Luz
 2010 - Longe
Álbuns Ao Vivo:
 2003 - Palco

EP:
 1995 - F
 1997 - Tempo - Remixes e Versões
 1998 - Pedro Abrunhosa

DVD:
 2005- Intimidade